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AFIRMA, MARCOLINO ALVES JÚNIOR, CHEFE DE DRH DO INP: “A REFORMA É UM DIREITO CONSTITUCIONAL DO TRABALHADOR”

Publicado:: 20/05/2019 | 56 Visualizações

Depois de ter cumprido a sua missão como servidor público, o funcionário deve ter a possibilidade de usufruir do descanso merecido, de ter oportunidade de fazer outras actividades, de realizar “outros sonhos”, pois trata-se de um direito constitucional de todo o trabalhador, que deve ver a reforma como uma oportunidade, que a vida lhe proporciona, para o lazer e uma vida de “sossegado”, sem ter o sacrifício de acordar cedo, todos os dias e ter que enfrentar os intermináveis constrangimentos do dia-a-dia. “Por isso, bem-aventurado, o funcionário que cumpriu o seu tempo de labuta”. E para nos falar deste bem, que é a reforma, o nosso portal conversou com Marcolino Jorge Alves Júnior, Chefe de Departamento de Recursos Humanos do Instituto Nacional de Petróleos, que afirmou ser um processo importante para a vida do trabalhador e da Instituição, pois com a saída daqueles que já cumpriram o tempo de trabalho, a organização rejuvenesce o seu quadro de pessoal com quadros jovens, dotados de energia para continuar com a actividade deixada pelos mais velhos. Só no ano de 2018, segundo Marcolino Júnior, alguns trabalhadores foram para a reforma e outros, já arrolados, seguem nos próximos dias. “Pena é que, muitos dos nossos funcionários, temem por esse momento”, disse. Mais adiante lembrou, que o reformado, depois de sessar a relação laboral com o INP por reforma continua a ter o direito ao subsídio de natal, no fim de ano e a consultas médicas no Posto Médico da Instituição e nalgumas Clinicas que têm convénio com o INP, bem como a merecer todo o respeito por parte da Direcção e de todos os trabalhadores. O nosso interlocutor exortou, no final, todos os trabalhadores do INP, a não faltarem ao serviço, por forma a não baixar a produtividade da Instituição, pois, o INP continua a assegurar níveis de qualidade e de confiança assinaláveis que granjeou no País e junto dos seus parceiros. O Instituto Nacional de Petróleos possui cerca de 281 trabalhadores.

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